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Motociclismo e o mundo corporativo, ações e sensações em comum!

Motociclista
Posso dizer que sou motociclista desde meus 15 anos de idade quando participei de uma espécie de “consórcio familiar” e assim consegui adquirir minha primeira máquina de duas rodas, uma Mobilete Monark 49cc vermelha, diga-se de passagem impecável. Depois disto, fiquei raros momentos sem uma companheira duas rodas.

Há uma frase que os motociclistas curtem postar, compartilhar, que na verdade não sei o autor, mas vai lá: “Andar de moto é algo indescritível, se você é motociclista não preciso explicar, se não é nunca vai entender”. Concordo com esta afirmação, inclusive já tentei explicar para alguns amigos, familiares, conhecidos, e o feedback que sempre recebo é o mesmo: mas não é perigoso? Você não tem medo? Você é maluco? Enfim, são várias reações geralmente negativas.

A pergunta que faço é: Acontece algo parecido nas organizações?  Situações ou ações que quando você tenta explicar ou aplicar recebe tais feedback's?

Bem, vamos lá, o que quero com este título: motociclismo e o mundo corporativo? Simples, a ideia é realizar um comparativo sobre esses dois mundos extremamente desafiadores e instigantes.

Vemos cada vez mais empresas com resultados pífios devido falta de planejamento, falta de gestão, falta de gente boa, comprometida e blá...blá...blá! É verdade! Convivo neste meio, sinto e percebo a dificuldade das empresas em avançar, muitas delas nem vão um dia chegar a falência, mas a cada dia criam e potencializam ineficiências que corroboram com a perda de talentos, a negativa de um cliente, o fechamento de uma linha, a descontinuidade de um produto ou serviço, entre outras situações. Lógico, acontece o contrário também! Temos muitas empresas excelentes e gente boa por aí.

Neste contexto, as vezes o que está faltando à nós profissionais é sentir o "vento na cara", se é que me entendem!!! Explico melhor: talvez esteja faltando sentimento, paixão e tesão por aquilo que se faz!

Comumente quando conversamos com motociclistas o que se escuta é que o interessante no mundo duas rodas não é a saída e muito menos a chegada ao destino, e sim o trajeto. Motociclistas são apaixonados pelo trajeto, pelas paisagens, pelo vento no rosto, pela aventura, pela sensação que não se consegue explicar. Talvez seja a mesma sensação que o pescador tem quando está fisgando um peixe, o esportista radical ao saltar de um penhasco, ou até um jogador de xadrez no momento do xeque mate. Já percebeu que a sensação máxima está no decorrer das coisas, ou seja, antes do resultado? Bem, isto não desmerece a chegada e o resultado, até porque se não houvesse tais fatores não haveria um novo destino e consequentemente um novo trajeto!

Profissionais de toda e qualquer área precisam redescobrir isto, paixão pelo trajeto! Já parou pra pensar que a maior parte do nosso tempo passamos em nossos afazeres profissionais? E o quão terrível é passar todo esse tempo sem sentimentos positivos? É preciso viver intensamente e se satisfazer com o trajeto. São nossas ações durante ele que garantem a chegada e consequentemente o resultado.

Sendo assim, motociclismo e mundo corporativo geram sensações, medos, inseguranças, prazer, satisfação, entre outros sentimentos em comum. É possível canalizar os aprendizados desses trajetos para nossa vida profissional.

Neste sentido, ambos apresentam uma estrada aberta que traz riscos e perigos, demandando planejamento e ações concretas, corretas, além de equipes e equipamentos adequados para percorrer o trajeto e consequentemente chegar ao destino/resultado, sempre esperando pelo novo trajeto.

O que você está fazendo no seu trajeto? Gosta dele? Está seguro? Tem equilíbrio? Assume riscos?

Encerro dizendo que tanto para o motociclismo quanto para o mundo corporativo é preciso praticar o equilíbrio para que o sucesso do trajeto seja alcançado, e logicamente ambos devem nos trazer satisfação, aprendizado e ainda nos dar o gosto de quero mais. Já basta de gente que além de não saber, ainda odeia o que faz, assim multiplicando ineficiências e deixando outras pessoas e organizações doentes.

Motociclismo é uma paixão! Nosso trajeto profissional também precisa ser!

Pense nisso!
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