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Paraíso - em cada detalhe um carinho!
Rosângela Maria Viana da Silva
Supervisora de RH. | Terra Roxa/PR
Jean Matos é um profissional, sério, competente e com vasto conhecimento em áreas técnicas e comportamentais. Realizou um ótimo trabalho em nossa empresa, desenvolvendo as equipes nos aspectos pessoais e profissionais. Recomendo!
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  • VÍDEO: Produtividade = Pessoas certas nos lugares certos!
    Recentemente desenvolvi um trabalho com empresários em um workshop e eles mencionavam a dificuldade de ampliar a produtividade do time, sobretudo neste momento de redução de pessoas, recursos e baixo faturamento. Bem, o caminho da produtividade elevada passa pela reflexão deste vídeo: Pessoas certas nos lugares certos! Como anda este fator na sua empresa? E na sua carreira? Você se conhece bem ao ponto de identificar clareza em seus talentos e aplica-los de forma eficiente?
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  • Artigo: Comunicação inteligente para pessoas e negócios!
     
    Notadamente a comunicação tem tido um papel de protagonista nas últimas décadas, seja pelo avanço das tecnologias digitais que promovem cada vez mais o quanto e como podemos nos comunicar na esfera organizacional ou pessoal, ou ainda pela vertente que defende a comunicação empática e de forma mais pessoal. Softwares, redes sociais, dispositivos, aplicativos, plataformas, cada vez temos mais formas de interação com o que existe no mundo a uma velocidade jamais vista. Tudo isso nos trouxe muitos efeitos positivos, encurtando caminhos e acelerando resultados, entretanto tivemos aumento no distanciamento das pessoas, empresas pecando no atendimento humanizado e reflexos negativos até mesmo nas relações sociais e familiares.

    A comunicação assumiu desde sempre um papel importante na sociedade em todos os aspectos, mas sobretudo em funções como: Liderança, vendas/negociação e aquelas que demandam muito contato humano. Considerando liderança, grande parte dos autores e pensadores do tema, como o prof. Ram Charam, a colocam como pilar essencial, tendo em vista que o líder tem papel decisivo no convencimento/engajamento de sua equipe para leva-la ao objetivo da organização, líderes que não se comunicam bem não lideram bem. No que tange a área de vendas e negociação, a comunicação é o canal indutor do processo, sem comunicação eficiente não há negócios sustentáveis.

    Podemos abordar o tema comunicação de diversas formas: Organizacional, mercadológica, institucional, burocrática ou pessoal. Neste artigo saliento o aspecto pessoal, aja vista que é o passo inicial e que impacta em todas as outras formas, assim dividimos em duas partes: verbal e não-verbal. Ademais, o que é importante compreender e aplicar com assertividade é a construção de argumentos, o posicionamento e a inteligência com que escolhemos nossas atitudes, palavras e a tonalidade da voz.

    Boa parte das pessoas tem dificuldade em se comunicar, isto se reflete na vida pessoal, na carreira e nas organizações, pois, empresas se comunicam através de pessoas, da criatividade que elas empregam, na ausência de medo em expor ideias, na segurança da argumentação e na empatia verdadeira de ser inteligente ao ponto de se espelhar com o ouvinte e assim ser mais assertivo.

    Comunicação inteligente caminha de mãos dadas com a empatia. Tudo começa por esse laço que deve ser estabelecido nos primeiros 2 segundos. Especialistas como Nicholas Boothman, escritor do livro: Como convencer alguém em 90 segundos, afirma que é no primeiro contato que tomamos a decisão de “fugir ou ficar”, ou seja: acreditar ou não. Sendo assim, empatia é a capacidade que uma pessoa tem de verdadeiramente se colocar no lugar do outro, quando conseguimos essa façanha podemos facilmente nos adaptar a ela em linguagem verbal e não-verbal, fazendo com que possamos ter uma atitude mais positiva, ser amigáveis, confiáveis e dessa forma mais convincentes.

    É possível perceber que quando temos uma ligação com alguém, como por exemplo: mesmo time de futebol, gosto musical, mesma estatura, gosto por roupas, mesmo modelo de carro... entre outros, tudo isto causa uma aproximação e imediatamente nos sentimos “em casa”, desta forma podemos usar este conhecimento para de forma eficaz se espelhar com quem esteja negociando, liderando ou simplesmente conversando. A propósito, tudo isto deve ser feito também no modo digital, pelo telefone, por aplicativos de conversas ou por conferências online, pois, é absolutamente possível identificar e sentir se há conexão e empatia também por meios digitais.

    Diante disto, a comunicação deve ganhar ainda mais espaço e protagonismo em nossas vidas e negócios. Estamos em meio a um caos jamais visto em nossa geração, vivemos um momento de pandemia causada por um vírus chamado de COVID – 19, ou apenas NOVO CORONAVIRUS, que simplesmente fez o mundo parar. A melhor saída inicialmente se mostrou o isolamento social para conter a disseminação e assim dar tempo para que autoridades de saúde pudessem se preparar com a ampliação dos sistemas de saúde. Bem, o que isto tem haver com comunicação? Tudo! Esse caos desafiou nosso modo de se comunicar.

    As organizações tiveram que fechar, exceto as de necessidades básicas. Ao redor do mundo indústrias, comércios, igrejas, além de todo e qualquer evento que aglomerasse pessoas foram impactados, sendo assim, posso afirmar a você que o que se sobressai neste momento é a forma  de como nos comunicamos, mantendo nossos laços sociais e de negócios.

    As empresas precisam se reinventar na forma de abordar o cliente. Os dispositivos tecnológicos de comunicação são forte aliados, entretanto é preciso lembrar que mesmo através deles temos a percepção e o sentimento de agilidade, empatia, personalização e segurança conforme já citei neste texto.

    Neste momento de crise mundial que assola a saúde e impacta economia e demais setores da sociedade, a comunicação é forte aliada das pessoas, das empresas, das igrejas etc. Usar adequadamente os meios tecnológicos, ser empático, ágil, cordial e humano nunca foi tão importante como neste momento. O discurso escrito pelas empresas onde se tem os valores que as norteiam também são essenciais de serem vividos. O momento pede empatia, solidariedade, liderança, negociação e sobretudo comunicação inteligente para pessoas e negócios. 
     
    Pense nisso!

    Jean Matos
     
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  • VÍDEO: Supérfluo x Propósito, o que você vende?
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  • Artigo: Ditadura da Alta Performance!?!
    Ditadura da Alta Performance!?!
     
    Já percebeu quantos “gurus” apareceram nos últimos anos com fórmulas mirabolantes de se obter sucesso na vida, na carreira e nos relacionamentos??? As “fórmulas” estão prontas e basicamente seguem um padrão: acorde muito cedo, melhor se for as 5h da manhã, faça exercícios físicos, medite, planeje o dia, leia muito, desperte o gigante que há em você e..."uffa "a lista é enorme ainda!

    Lógico que estes hábitos são excelentes, saudáveis e importantes, mas de longe são alguma “fórmula mágica do sucesso”, acredito sim que ajudam e muito, entretanto algumas pessoas tem se frustrado por não ter conseguido seguir a “receita” e por isto sentem-se improdutivas, sem sucesso, fadadas a manutenção de uma vida medíocre. Calma! Este texto não é uma espécie de ataque a “gurus”, muito menos para discordar de tais hábitos, o que quero defender é que nossa natureza humana nos fez diferentes e essas diferenças de perfis, gostos, horários, pensamentos, relógio biológico e atitudes é o que da graça a vida, inova e faz com que o mundo seja melhor.

    Certa vez um amigo, Líder (Vice-Presidente para América Latina) de uma das maiores companhias no segmento de caminhões do mundo, a Volvo Group, Joanylton Ruthes me disse que o sucesso de uma liderança esta na diversidade do time, frisou: “eu quando recruto procuro habilidades e pensamentos diferentes dos meus e daqueles que já estão na equipe, só assim teremos avanços substanciais em inovação e criatividade”. Seguindo este raciocínio, o qual também acredito, quero conduzir essa reflexão defendendo uma máxima de autoria de Renato Russo “temos nosso próprio tempo”. Se formos buscar mais apoio podemos ir para Eclesiastes 3, 1 – 8 “Há um tempo para todas as coisas debaixo do céu”. Então lembre-se, somos diferentes, isto é ótimo e temos nosso próprio tempo.

    Pois bem, voltando ao título nada convencional “Ditadura da alta performance”, eu poderia continuar a fazer relações, por exemplo a pessoas que “deram certo” profissionalmente aos 12 anos, outras aos 22, outras ainda depois dos 60, algumas com doutorado, outras sem estudo algum, novamente não me interprete mal, defendo completamente o estudo ininterrupto durante toda nossa existência, até porque sou profissional da educação, mas este também não é exclusivamente a “fórmula” do sucesso. Cuide do seu desenvolvimento, invista em você incessantemente, mas não se culpe por não fazer exatamente como os outros fazem.

    Diante do exposto, especialmente neste cenário de pandemia causada pelo COVID-19, ou popular novo Coronavirus onde fomos colocados em isolamento social, não esperávamos tal situação e estamos tendo que nos reinventar como profissionais, filhos, pais, enfim cidadãos. Eu mesmo gravei vídeos, publiquei artigos onde provocava minha audiência a utilizar este momento de forma inteligente, gerindo bem o tempo, adquirindo o hábito pela leitura, se preparando para seguir adiante mais forte. Entretanto novamente cito que não temos receita pronta.

    Vejo que o ideal é uma busca constante de autoconhecimento, conhecer-se adequadamente e potencializar os talentos que temos, investir naquele horário em que somos mais produtivos, aqui confesso que tentei as 5h da manhã mas não segui em frente, não me sinto derrotado, apenas produzo melhor após as 7h da manhã e está tudo certo.

    Avalie e repense a “ditadura da alta performance”, dê atenção ao que lhe é importante, não se compare aos gurus, na rede social muitas coisas são “perfeitas” apenas na escrita ou na foto, avalie o que precisa ser feito e faça, não há receita pronta, você não é menos por não seguir os padrões. Temos nosso próprio tempo, mas atenção, utilize ele de forma inteligente.

    O desenvolvimento humano passa pelos estudos, por hábitos saudáveis, por convivência de qualidade com aqueles que amamos, espiritualidade, tempo individual para o que gostamos e sobretudo equilíbrio.

    Pense nisso, a vida é trem bala!

    Forte abraço,
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  • Vídeo: Inovação em momentos de crise: Muito mais que sobrevivência é preciso CRESCER!
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  • VÍDEO da entrevista CATVE Programa Viva Bem com Vanice Fiorentin - Quem é o Profissional do Futuro?
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  • VÍDEO da entrevista CATVE Programa Viva Bem com Vanice Fiorentin - Você sabe encantar o cliente?
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  • Pare de dar desculpas esfarrapadas! O final do ano está aí, que comecem as listas de metas para o ano vindouro...
    O ser humano é campeão em desculpas esfarrapadas, justificativas mentirosas, que de tanto serem ditas se tornam “reais”, procrastinação sistemática e falta de respeito consigo próprio. Em algumas de minhas palestras sempre pergunto: “quem aqui já foi em palestra motivacional? ” A maioria sempre levanta a mão e logo em seguida faço uma segunda pergunta: “O que foi que nesta palestra você prometeu e que não cumpriu? ” A partir daí começam os risos fartos e alguns até demonstram uma espécie de cobrança interna, eu os ajudo indicando algumas ações como: “emagrecer?...realizar atividade física?...acordar mais cedo?...planejar melhor a carreira?...trabalhar mais focado? São efetivamente fatores que prometemos, mas que não cumprimos com nós mesmos, isto quer dizer que o “acordo” conosco é quebrado. O ser humano é tão interessante, pois, sabe quase tudo que precisa ser feito para que tenha uma vida mais plena, interessante, instigante e que deixe um legado, porém faz quase nada para mudar isto, seja no âmbito profissional ou pessoal. Cabe dizer que a cada dia percebo mais pessoas investindo em si próprias, com carreiras brilhantes, instigantes, por isso o que escrevo aqui não é uma regra.
    Talvez a palavra chave para a mudança deste cenário seja ATITUDE! Sair da zona de conforto, mexer-se e buscar transformar hábitos que precisam ser mudados. Quantas coisas você efetivamente sabe que precisa alterar em sua vida e não o faz? Porque? Já parou para pensar? Sabe aquele projeto de carreira? Aquela viagem? Aquela leitura imprescindível? Somos cercados de metas não concretizadas por falta de compromisso conosco mesmo.
    Muitas pessoas até tem um certo preconceito com a abordagem de um tema como este, acredito ser porque talvez nunca pararam para se analisar “de cima” buscando obter visão sistêmica da própria vida e tentando aplicar melhorias que gerem resultados satisfatórios.
    Fazendo uma comparação com o mercado, o que se espera de um gestor? Espera-se que ele assuma uma empresa ou setor e que dê resultados positivos! Certo? Pois bem, para que isto ocorra ele precisa conhecer bem seu “terreno”, analisando o cenário onde se encontra, identificando o cenário futuro que deseja e monitorando o planejamento feito para que se tenha sucesso, alterando-o quando necessário. Qual a diferença com a nossa vida? Na verdade, deveríamos ter a mesma sistemática: Nos conhecer profundamente analisando nosso estado atual, identificando o cenário futuro que queremos estar e planejar as ações necessárias, monitorando-as constantemente, caso isto não ocorra seremos facilmente as pessoas das desculpas esfarrapadas, justificativas mentirosas e procrastinação sistemática.
    Ah, eu estava esquecendo! Estamos chegando no final de mais um ano e novamente veremos muitas pessoas construindo aquelas “listas” de desejos ou metas para o ano vindouro, o final de cada ano realmente é mágico para nos renovar, agora aumente seu grau de atitude neste ano e faça cumprir as metas estabelecidas!
    Este breve texto é uma provocação para que possamos repensar nossas ações e capacidade de realização do que nos propomos, se você fizer uma análise dos últimos projetos da sua vida pessoal e profissional estaria contente com o que conseguiu realizar?

    O que você precisa fazer agora? Hoje?

    Pense nisso!
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  • Qual é a sua marca?
    Harley Davidson, Nike, Havaianas, Mark Zuckenberg, Bill Gates, entre tantos outros, o que eles têm em comum? Uma marca forte! Sim, a Harley Davidson por exemplo tem no ronco do seu motor uma das principais características da sua marca, os amantes de motocicletas às identificam de longe. Esta estratégia é tão forte, que segundo a própria empresa, tornou-se o fator principal de atração de novos clientes e manutenção dos já existentes, para se ter uma ideia da importância disso para a Harley, a empresa até tentou patentear o ronco de seus motores, após muitas disputas na justiça desistiu, mas sabe que tornou-se lendária por este motivo e agregou valor aos seus consumidores ao redor do mundo.
    Ricardo Ventura fez uma excelente analogia dessa história com nossa vida profissional quando escreveu um artigo sobre marketing pessoal na revista "Venda Mais" de 2016. Qual é o ronco do seu motor? Qual fator te diferencia dos demais? É importante para todos nós descobrirmos e potencializarmos o “ronco” que nos diferencia no mercado, logicamente investir em tudo que pudermos, mas sobretudo naquilo que somos extraordinários.
    Toda marca precisa buscar características fortes, que possam marcar sua trajetória na vida de seus consumidores, fazendo com que seu legado seja brilhante e sustentável.  Para os amantes da Harley-Davidson o tradicional ronco do motor é motivo de satisfação e orgulho, e logicamente isto é um dos atributos do branding da marca.
    A nossa marca pessoal ou  personal branding é a imagem que transmitimos para outras pessoas, como nos comunicamos, locais onde frequentamos, os laços sociais e assim por diante.
    Tal como uma organização, nós profissionais precisamos construir uma marca forte no mercado, com elementos que nos diferenciem e que nos torne objeto de escolha em uma competição no jogo do mercado. Aqui faço algumas perguntas que podem direcionar a construção desta marca: no que você é bom? O que pode te diferenciar dos demais no seu mercado de atuação? O que seu mercado de atuação compreende como valor?
    Temos muitos profissionais excelentes por aí, mas que as vezes “não dão certo” por não investir em sua marca pessoal, por não atentar-se em aplicar estratégias de marketing e comunicação em suas relações e entregas. Um fator importante a se atentar na construção da sua marca é ter uma comunicação eficaz, conseguindo ter uma imagem (embalagem) adequada, voz, dicção, vocabulário, leitura, escrita, audição e fala.
    Neste sentido, outro forte exemplo é o case das Havaianas! Na década de 90 a organização estava em decadência no Brasil e hoje é considerada uma das maiores empresas do segmento no mundo. A Alpargatas teve duas atitudes importantes com seu produto para que fosse este sucesso de hoje: pigmentou a borracha com diversas cores e promoveu o produto.
    Encerro este pequeno texto com um questionamento: Qual o ronco do seu motor? E qual o pigmento você precisa para potencializar sua marca?

    Pense nisso!

    Jean Matos
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  • Fazer apenas o que se gosta, ou aprender a gostar do que precisa ser feito?
    Atualmente é comum ouvirmos a afirmação de que é preciso fazer aquilo que se gosta para que não seja uma pessoa frustrada, para que tenha maior produtividade, seja feliz e assim por diante, principalmente quando falamos da geração y e z. Confesso que este posicionamento me incomoda um pouco, talvez porque minha geração aprendeu de forma diferente e me trouxe até aqui assim. Eu acredito muito na adaptabilidade, no meu entendimento é preciso saber adaptar-se as adversidades e desafios que a vida nos impõe.
    Não é o mais forte e inteligente que obtém o maior sucesso, e sim aquele que sabe se adaptar. "Charles Darwin"

    Como professor e palestrante tenho muito contato com jovens em início de carreira e percebo que alguns tem buscado fazer apenas o que se gosta e não o que é preciso ser feito. Sim, eu concordo que se conseguirmos unir o útil ao agradável conseguiremos plenitude no sentimento de satisfação e bem estar do nosso labor, mas como fica o desafio? O treinamento da resiliência? As frustrações e sofrimentos que ajudam a construir nosso caráter e perfil tanto pessoal, quanto profissional? Estamos “criando” uma geração alheia a frustrações e sofrimentos? Confesso que fico um pouco preocupado com isto.

    Neste contexto não posso citar apenas os jovens, existem inúmeros profissionais maduros e outros até no "fim de carreira" que passaram uma vida toda reclamando e não gostando do que se faz e sem coragem para mudar, aí vem aquela lamúria e reclamação de tudo e de todos.

    Mercado de trabalho e mundo corporativo demandam pulso firme, flexibilidade, adaptabilidade, inteligência emocional, caráter, valores, ética e uma série de adjetivos pessoais que formam o profissional e as equipes de trabalho. Costumo dizer que nós profissionais somos como uma balança para o mercado, de um lado desta balança está nossa competência técnica, que é a capacidade e inteligência de desenvolver um determinado trabalho/atividade com excelência, e do outro lado está nossa competência comportamental, que é justamente o que equilibra o mercado e as relações, que faz com que as pessoas “engulam” sapo quando for necessário, questione quando for a hora, cumpra com o prometido, abrace e perdoe no momento correto, discuta o que preciso for, seja paciente para um crescimento progressivo e assim desenvolva ambientes e relações fantásticas e duradouras.
    O que te trouxe até aqui, não te levará adiante!  "Pedro Cordier"

    É possível aprender a gostar do que se faz? Na minha opinião sim! Logicamente vivemos momentos diferentes, evolutivos, disruptivos, que demonstra uma nova maneira de pensar o mundo e atuar nele. De qualquer maneira penso que estas mudanças são audaciosas tal qual as que nos trouxeram até aqui, diante disso acredito que nós profissionais precisamos adquirir grande capacidade de adaptabilidade para sobreviver a mudanças cada vez mais velozes e bruscas.

    Qual sua opinião sobre isto? Fazer apenas o que se gosta, ou aprender a gostar do que se faz e precisa ser feito?

    Jean Matos
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  • O atendimento está cada vez pior?
    Este texto é uma reflexão sobre como anda o atendimento ao cliente, independente do segmento de mercado ou canal utilizado, presencial ou digital.

    As redes sociais proporcionam diversas informações interessantes, algumas destas acompanho em grupos formados por redes sociais entitulados “Elogios e Reclamações”, ou ainda em plataformas de reclamações online e também nas minhas andanças em inúmeros clientes de diferentes segmentos. 

    Neste contexto, tenho visto “enxurradas” de reclamações de pessoas que entram em um estabelecimento e relatam que e os atendentes estão se arrumando frente ao espelho e nada de atender, outros que dizem ser abordados com o bom e velho jargão “o que que ERA pra você?”, agora neste período de isolamento social causado pela pandemia da COVID-19 as reclamações estão relacionadas a demora de retorno e falta de empatia no atendimento digital.

    Dia desses li uma história que quase não consegui acreditar, uma mulher relatou que o atendente simplesmente lhe disse: “se não está contente procure o PROCON”. Estão cada vez mais sérios os descasos com o cliente, que é aquele que paga a conta e mantém as organizações.

    A lógica seria de que estivéssemos ao longo do tempo avançando em atendimentos cada vez mais personalizados, consultivos, empáticos e assertivos, logicamente temos excelentes casos acontecendo, mas me parece que ainda são a minoria, ou simplesmente não tem a mesma dinâmica de propagação/divulgação, concorda? Como dizem os especialistas em marketing e vendas, um atendimento encantador quando divulgado pelo cliente pode atingir 3 pessoas, enquanto um insatisfatório ultrapassa a marca de 6. 

    Sempre que tenho a oportunidade costumo dizer que não existe profissão que não tenha um pré-requisito de vendas. Todos nós profissionais de uma forma ou outra precisamos antes de tudo sermos vendedores de nosso “produto/serviço”, pois isto (um bom atendimento) é o mínimo que devemos fazer para manutenção de nossa competitividade no mercado.

    Já aconteceu contigo aquele sentimento de que estava fazendo um favor para o vendedor?  

    A resposta para tantos problemas nesta área talvez esteja no baixo investimento desta imprescindível qualificação: atendimento!

    Olha, ja escutei de empresários: "Ah...ele não tem qualificação, vamos colocar nas vendas!!!

    O mundo das vendas é recheado de fatores importantes como: estratégia, negociação, inteligência emocional, cálculos financeiros, negociação, comissões, regiões etc...etc...etc! Mas neste texto só quero chamar a atenção para o simples e eficaz: atendimento cortês, seja pelo canal presencial ou digital.

    Traduz-se atendimento cortês em: bom dia; boa tarde; boa noite; em que posso lhe ajudar? estou à disposição; não tem problema; tenha um bom dia; agradeço sua atenção; obrigado por vir à nossa loja; foi um prazer lhe atender, e tudo isso com um simples e sincero sorriso no rosto, acrescento novamente que o canal digital, seja aplicativo de mensagem, rede social ou qualquer outro também transmite (ou não) tal cordialidade. Atenção e muito cuidado com mensagens padronizadas no modo digital, nós consumidores cada vez mais queremos personalização e velocidade no atendimento, se você disponibilizou em sua empresa ou é um atendente que opera o canal digital de atendimento demonstre sempre empatia e velocidade no retorno.

    Agora pergunto, isto não é simplesmente ter educação? Pois bem, acho que é isto que tem faltado também, por isso enxergamos um esforço das empresas em avaliar cada vez mais na contratação de colaboradores a postura comportamental frente ao conhecimento técnico, este segundo com certeza é mais facil de ensinar.

    Este texto não é direcionado exclusivamente a atendentes e vendedores, mas sim para todos aqueles que se comunicam seja como e onde for. Gentileza gera gentileza!

    Por mais atendimentos corteses!

    Forte abraço!
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  • Seja competente, profissional, inovador, mas sobretudo seja humano
    Fim de ano é momento oportuno de reflexão para analisar como caminharam os projetos, os avanços e aprendizados, mas sobretudo se conseguimos nos tornar pessoas melhores e consequentemente externalizar isto para o mundo, potencializando nossas ações para que de uma forma ou outra o nosso “ecossistema” se tornasse melhor.

    Você já fez este balanço? Vai lá, tente! Tenho visto muitas pessoas aqui no Linkedin ou outras redes sociais postando e comemorando muito sobre grandes projetos profissionais, excelentes resultados empresariais, ou o contrário, grandes reveses empresariais, perda de oportunidade profissional e aí vem fortes reclamações que não convém serem comentadas neste texto. Deixo claro que concordo em comemorar nossos avanços e resultados, faz parte do jogo da vida!

    Minha provocação neste meu último texto de 2016 é para que consigamos de uma forma rápida analisar se nossas ações conseguiram atingir uma maturidade de melhoria pessoal e nos tornou mais “gente boa”. O mundo precisa de avanços, inovações, melhorias contínuas, como eu mesmo defendi em meus textos no decorrer deste ano, mas também precisa de gente boa, comprometida com resultados, com o próximo, com a família, com os amigos e com um ecossistema que somente funciona quando a coletividade está acima da individualidade.

    Parece utopia ou clichê, mas a mudança do mundo depende de nós, são pequenas ações locais que farão resultados globais.

    Que o ano de 2017 seja de inovações disruptivas, de avanço econômico, de melhorias substanciais, mas que também nos traga ações sustentáveis, éticas e de um olhar humano mais profundo na sociedade.

    Feliz 2017!
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  • As regras estão aí para serem questionadas e quebradas!
    Calma, meu intuito com este texto não é instigar desordens ou qualquer outro tipo de ação semelhante, a ideia é colocar em pauta uma reflexão do porquê muitas regras arcaicas, ineficientes e problemáticas ainda estão operantes em nossa sociedade, sejam elas no âmbito familiar, empresarial, escolar entre outros.

    Amitai Etzioni, um dos pensadores mais expoentes da Escola Estruturalista das Teorias da Administração já comentava na década de 50 que o homem é um ser organizacional, ou seja, que opera diversos papéis na sociedade e um dos seus desafios é melhorar a forma organizacional dos negócios, assim estruturando maneiras eficientes de crescimento, seja na família, na empresa na escola etc.

    Puxando esse assunto teórico da evolução das organizações, Max Weber com a Escola Burocrática quis defender uma sociedade baseada em leis e regras rígidas de controle, que visasse ter racionalidade, impessoalidade e profissionalismo como pilares fundamentais de uma organização, logicamente no desdobrar de sua teoria a burocracia tomou um rumo diferente e acabou com o que percebemos hoje – ineficiência. (Deixo claro que não é de todo ruim, precisamos de leis, regras e condutas, mas em doses corretas).

    Neste contexto sempre comento com meus alunos que o grande desafio da gestão moderna é descobrir formas de desburocratizar os negócios, as relações, a rotina e assim melhorar eficiência, comunicação, contato etc.

    Já é perceptível grandes avanços neste sentido, principalmente com o advento das startups, que tem como base principal um novo modelo de negócio, buscando apresentar e oferecer à sociedade soluções diferenciadas para problemas que são de todos, ou seja, conecta as pessoas e suas necessidades à estas soluções inovadoras.

    Partilho com vocês um exemplo pessoal do que estou comentando neste pequeno texto: A última vez que renovei minha carteira de habilitação (5 anos atrás) me lembro que foi uma burocracia enorme, idas e vindas no Detran, exames, nova prova e ainda a longa espera para a emissão do documento. Recentemente tive que renovar novamente, logo pensei, “xiii” lá vem toda aquela burocracia, mas pra minha surpresa aquelas regras antigas, arcaicas e ineficientes acabaram e em menos de 5 minutos resolvi tudo pela internet, agendei exame em clínica privada e minha carteira foi expedida para entrega em até 10 dias corridos. Confesso que fiquei surpreso positivamente, principalmente por ser um serviço público.

    Aposto que 5 anos atrás tinham pessoas que teriam a capacidade de ainda piorar um pouco essas regras, ainda haviam aqueles que afirmavam estar bom assim mesmo, mas ao contrário tivemos profissionais que quebraram as regras, ousaram, inovaram e nos deram tal eficiência, consequentemente menos burocracia.

    Esses dias conversando com um amigo empresário ele dizia: Jean, como é difícil encontrar um profissional que me confronte, que não aceite de cabeça baixa a minha ideia e queira debater comigo e me apresentar uma nova forma de fazer as coisas! Fiquei pensando naquilo que ele me disse e realmente cheguei a constatação de que muitas vezes nós nos acostumamos a simplesmente seguir a “manada” e não temos a coragem de quebrar as regras para encurtar o caminho e melhora-lo.

    Confesso que sou um profissional muito ligado à indústria, e o que me encanta muito no ambiente industrial é um termo usado comumente por muitas organizações (melhoria contínua). Este termo nada mais é do que uma provocação ao fato de não nos acomodarmos com as coisas, sempre haverá uma forma diferente e melhor de fazer, mas se você não “questionar as regras e muitas vezes quebra-las” não irá descobrir.

    Pense nisso,
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  • Você é um profissional inovador?
    É evidente um movimento de revolução e evolução que o mundo dos negócios está passando, e isto não é de hoje. O que sabemos de carreia e como a encaramos muda em menos de 24 horas, o ritmo das coisas tem sido acelerado e nem todos os profissionais acordaram para isto.

    Primeiro: formação universitária é uma coisa, carreira profissional é outra. Comumente temos visto alguns exemplos como: Engenheiros Mecânicos assumindo gerência de vendas; Farmacêuticos como consultores de RH; Químicos na logística; Biólogos como Coaching de carreira e assim por diante. Sendo assim, quais os maiores desafios da nossa carreira? Aqui enumerei dois: Adaptar-se e inovar.

    "Não é o mais forte que sobrevive nem o mais inteligente, mas sim quem se adapta melhor as mudanças".

    Charles Darwin

    Já parou pra pensar o quanto você é adaptável e inovador na sua carreira? percebeu que o termo inovação geralmente está em discussão quando se trata de organização; processos; empresas de tecnologia etc...etc...?

    Pois bem, este pequeno texto é uma provocação para que possamos refletir o quanto temos investido em nós mesmos! Como temos buscado inovação para este “produto - EU”? (aqui caberia bem o estudo de caso da Kodak como comparação, certo?) Acredito que vocês entenderam minha intenção de comparar não é? Dia desses em sala de aula comentei sobre esta empresa e para minha surpresa tinha estudantes que não sabiam o que era.

    O alfaiate já foi uma das profissões mais procuradas na sociedade antiga, o inspetor de qualidade já foi o “cara” em uma indústria, eu mesmo já trabalhei com digitador, você já ouviu falar dessa função? Todas praticamente sumiram!

    Enfim, vamos ao ponto. Faça uma lista do que você tem feito como algo novo ultimamente. Faça mesmo, vai lá pega um papel e uma caneta. Algum curso? foi a uma feira? leu quantos livros? aprendeu outra língua? dominou alguma tecnologia? participou de voluntariado? começou fazer exercícios físicos? melhorou o marketing pessoal?

    "Inovar implica em fazer algo diferente, e é aí que o bicho pega".

    Oldair Belassini

    Atualmente o mercado espera e absorve profissionais que acompanham as evoluções, sejam elas tecnológicas, de relacionamentos, processos etc. Claro, o resgate e a manutenção dos bons e velhos costumes como ética, valores, respeito e boa comunicação sempre estarão em alta, mas o profissional atual precisa também dominar tecnologia, criar, manter e ampliar networking, dominar diversos assuntos, ser multifuncional, ser inteligente emocionalmente, ter espírito inconformista e ainda ser resiliente.

    Neste contexto, ou inovamos ou estaremos fadados ao mesmo do mesmo de sempre e olha lá. Tem gente que soma 2 + 2 e quer 35 como resultado! Esqueça, ou você muda a equação ou não chegará lá. Talvez mudar a equação seja INOVAR, ou chegará o tempo que lhe restará apenas chorar.

    Pense nisso, e um forte abraço!

    Jean Matos
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  • Motociclismo e o mundo corporativo, ações e sensações em comum!
    Posso dizer que sou motociclista desde meus 15 anos de idade quando participei de uma espécie de “consórcio familiar” e assim consegui adquirir minha primeira máquina de duas rodas, uma Mobilete Monark 49cc vermelha, diga-se de passagem impecável. Depois disto, fiquei raros momentos sem uma companheira duas rodas.

    Há uma frase que os motociclistas curtem postar, compartilhar, que na verdade não sei o autor, mas vai lá: “Andar de moto é algo indescritível, se você é motociclista não preciso explicar, se não é nunca vai entender”. Concordo com esta afirmação, inclusive já tentei explicar para alguns amigos, familiares, conhecidos, e o feedback que sempre recebo é o mesmo: mas não é perigoso? Você não tem medo? Você é maluco? Enfim, são várias reações geralmente negativas.

    A pergunta que faço é: Acontece algo parecido nas organizações?  Situações ou ações que quando você tenta explicar ou aplicar recebe tais feedback's?

    Bem, vamos lá, o que quero com este título: motociclismo e o mundo corporativo? Simples, a ideia é realizar um comparativo sobre esses dois mundos extremamente desafiadores e instigantes.

    Vemos cada vez mais empresas com resultados pífios devido falta de planejamento, falta de gestão, falta de gente boa, comprometida e blá...blá...blá! É verdade! Convivo neste meio, sinto e percebo a dificuldade das empresas em avançar, muitas delas nem vão um dia chegar a falência, mas a cada dia criam e potencializam ineficiências que corroboram com a perda de talentos, a negativa de um cliente, o fechamento de uma linha, a descontinuidade de um produto ou serviço, entre outras situações. Lógico, acontece o contrário também! Temos muitas empresas excelentes e gente boa por aí.

    Neste contexto, as vezes o que está faltando à nós profissionais é sentir o "vento na cara", se é que me entendem!!! Explico melhor: talvez esteja faltando sentimento, paixão e tesão por aquilo que se faz!

    Comumente quando conversamos com motociclistas o que se escuta é que o interessante no mundo duas rodas não é a saída e muito menos a chegada ao destino, e sim o trajeto. Motociclistas são apaixonados pelo trajeto, pelas paisagens, pelo vento no rosto, pela aventura, pela sensação que não se consegue explicar. Talvez seja a mesma sensação que o pescador tem quando está fisgando um peixe, o esportista radical ao saltar de um penhasco, ou até um jogador de xadrez no momento do xeque mate. Já percebeu que a sensação máxima está no decorrer das coisas, ou seja, antes do resultado? Bem, isto não desmerece a chegada e o resultado, até porque se não houvesse tais fatores não haveria um novo destino e consequentemente um novo trajeto!

    Profissionais de toda e qualquer área precisam redescobrir isto, paixão pelo trajeto! Já parou pra pensar que a maior parte do nosso tempo passamos em nossos afazeres profissionais? E o quão terrível é passar todo esse tempo sem sentimentos positivos? É preciso viver intensamente e se satisfazer com o trajeto. São nossas ações durante ele que garantem a chegada e consequentemente o resultado.

    Sendo assim, motociclismo e mundo corporativo geram sensações, medos, inseguranças, prazer, satisfação, entre outros sentimentos em comum. É possível canalizar os aprendizados desses trajetos para nossa vida profissional.

    Neste sentido, ambos apresentam uma estrada aberta que traz riscos e perigos, demandando planejamento e ações concretas, corretas, além de equipes e equipamentos adequados para percorrer o trajeto e consequentemente chegar ao destino/resultado, sempre esperando pelo novo trajeto.

    O que você está fazendo no seu trajeto? Gosta dele? Está seguro? Tem equilíbrio? Assume riscos?

    Encerro dizendo que tanto para o motociclismo quanto para o mundo corporativo é preciso praticar o equilíbrio para que o sucesso do trajeto seja alcançado, e logicamente ambos devem nos trazer satisfação, aprendizado e ainda nos dar o gosto de quero mais. Já basta de gente que além de não saber, ainda odeia o que faz, assim multiplicando ineficiências e deixando outras pessoas e organizações doentes.

    Motociclismo é uma paixão! Nosso trajeto profissional também precisa ser!

    Pense nisso!
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Pessoas extraordinárias se tornam profissionais extraordinários, que consequentemente criam empresas extraordinárias!

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